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VeriSign expande Project Titan com upgrades de segurança
Depois de expandir em 10 vezes a capacidade do sistema de nomes de
domínios .com e .net, a companhia implementa upgrades de segurança para
proteger a infra-estrutura contra ataques cibernéticos
São Paulo, 16 de abril de 2008 - A VeriSign, Inc. (NASDAQ:
VRSN), líder em fornecimento de infra-estrutura de Internet para o mundo
conectado, anuncia a expansão da sua iniciativa - Project Titan - envolvendo
upgrades de segurança adicionais destinados a fortalecer sua infra-estrutura
global de Internet.
Quando apresentou o Project Titan, em fevereiro de
2007, a VeriSign divulgou seus planos de aumentar em 10 vezes a capacidade
do sistema de nomes de domínios (Domain Name System – DNS) para .com
e .net até 2010 e o desenvolvimento de novas tecnologias e processos
proprietários. Agora, a VeriSign anuncia a implementação de upgrades
de segurança e ferramentas de monitoramento proprietários adicionais
para identificar, rastrear e isolar tráfego malicioso na Internet gerado
por cyber-ataques.
“A VeriSign está trabalhando para se antecipar às
demandas sobre sua infra-estrutura de Internet, que estão sempre mudando,
e às ameaças à sua segurança”, disse Ken Silva, chief technology officer
da companhia. “O primeiro estágio do Project Titan se concentrou na
velocidade da Internet e no alcance da nossa infra-estrutura. Este novo
estágio enfocará em garantir que o nível de segurança supere as demandas,
como novos ataques originados a partir de dispositivos sem fio, para
manter a infra-estrutura estável e operacional.”
A VeriSign enfatiza a importância da segurança e da
estabilidade da Internet em razão do papel crítico que a Internet desempenha
nos negócios, na comunicação e nas operações de governos. Uma pesquisa
da International Chamber of Commerce, com mais de mil especialistas
em economia de 90 países, divulgada em março, apontou que um colapso
da Internet em um único dia levaria “as empresas a sofrer perdas expressivas
e danos onerosos, que teriam efeitos gigantescos e duradouros”.
Em 2007, a Internet foi alvo de novas e cada vez mais
complexas formas de ataques cibernéticos e paralisações. Servidores
do governo na Estônia, por exemplo, sofreram ataque feroz em meados
do ano passado, tirando de operação Web sites no país. Em fevereiro
deste ano, a iniciativa de uma empresa de telecomunicações de bloquear
o YouTube.com no Paquistão interrompeu o acesso de muitos usuários globais
ao popular site.
De acordo com o “Internet Security Outlook Report”
publicado pela CA Inc., as redes sociais e os sites e serviços Web 2.0
são alvos cada vez mais freqüentes de ataques cibernéticos. Um cavalo
de Tróia no iPhone é o exemplo mais recente de como os dispositivos
hand-held estão sob a mira. Na semana passada, o governo norte-americano
revelou que ameaças “reais e crescentes” à redes de computadores e à
infra-estrutura foram o ponto central dos exercícios simulados de cyber-segurança
“Cyber Storm II", que envolvem agências do governo, empresas privadas
e especialistas em segurança, com a finalidade de testar a resposta
à ameaças.
A VeriSign, capitalizando a iniciativa de expandir
e diversificar em 10 vezes sua infra-estrutura global de Internet até
2010, anuncia que expandirá sua segurança atual ao:
* Implementar serviços de monitoramento e de resposta de última
geração
A implementação destas ferramentas, desenvolvidas
pela VeriSign no âmbito das iniciativas de segurança do Project Titan,
vai aprimorar a capacidade de detectar, isolar e deter ameaças à segurança
para proteger os sistemas de provisão e resolução para .com e .net.
As ferramentas são projetadas para rechaçar as ameaças em seus estágios
iniciais, antes que possam danificar e comprometer redes, plataformas
e dispositivos.
* Implementar novos protocolos de segurança e operacionais para melhor
gerenciar o fluxo de tráfego e reforçar a proteção contra ataques através
de aplicativos.
A implementação destas melhorias visa a mitigar o
risco de interrupção do serviço em decorrência de ataques que utilizam
o comportamento de protocolos como TCP e http, que consomem recursos
computacionais, para sobrecarregar sistemas críticos.
* Implementar novas ferramentas para rastrear, correlacionar e detectar
eventos associados à segurança e à rede, globalmente
A capacidade de identificar diferentes vetores de
ataque contra a infra-estrutura de .com e .net ajudará a eliminar ameaças
em seu início para reduzir o potencial de incidentes repetidos e de
ataques em maior escala.
Conforme anunciado em recentes conferências deste
setor, a VeriSign está promovendo melhorias na infra-estrutura de servidores
raiz que aumentarão a segurança do DNS ao autenticar a origem de dados
e verificar sua integridade enquanto fluem através da Internet. A VeriSign
implementará uma plataforma de teste (testbed) de DNS Security (DNSSEC)
para a infra-estrutura da zona raiz a fim de se preparar para sistemas
de produção. O DNSSEC pode ajudar a combater dados comprometidos em
servidores de nomes, que poderiam ser utilizados para lançar ataques
destrutivos contra usuários, empresas e a própria Internet. A VeriSign,
que publica a zona raiz do DNS, planeja disponibilizar esta plataforma
de teste para capacitar a zona raiz a ancorar uma cadeia global de confiança
para operadores de registros de domínios de primeiro nível (Top Level
Domains – TLDs) que implementam DNSSEC em seus domínios e para distribuidores
autorizados que fornecem serviços de DNSSEC aos seus clientes.
Além de operar os servidores raiz “A" e "J",
a VeriSign gerencia a infra-estrutura crítica que lida com o registro
e o tráfego de resolução para os domínios de primeiro nível .com e.net.
Ao fazê-lo, a companhia atinge um pico médio de processamento superior
a 33 bilhões de consultas diárias ao DNS, que eventualmente pode chegar
a dobrar. Uma consulta ao DNS ocorre toda vez que um usuário de Internet
acessa um site, clica em um link na Web ou envia um e-mail de seu computador.
Como parte da iniciativa Project Titan, a VeriSign
continua a promover atualizações na infra-estrutura da Internet:
- Centros de operações de rede adicionais no leste dos Estados Unidos
e no norte da Europa para gerenciar e prover maior redundância para
o tráfego na Internet. Estes centros expandem a capacidade de data center
da VeriSign e diversificam suas localizações para aprimorar o gerenciamento
do tráfego da Internet e combater ataques cibernéticos e ameaças específicos
de regiões.
- Aumento da capacidade de consultas diárias ao DNS de 400 bilhões para
mais de 4 trilhões e ampliação de seu leque proprietário de sistemas
de resolução, aumentando a largura de banda de mais de 20 gigabits por
segundo (Gbps) para acima de 200 Gbps.
- Distribuição de sua infra-estrutura a mais de 100 locais ao redor
do mundo para proporcionar redundância e reduzir a latência. A experiência
para os usuários será aprimorada com redução de gargalos e maior velocidade.
A VeriSign já implementou estas Bases Regionais de Resolução de Internet
em mais de 45 locais globalmente e concluirá a implementação de mais
de 100 até 2010. Estas bases regionais estendem mundialmente as infra-estruturas
para .com, .net e zona raiz, o que diversifica os sistemas, aumenta
a estabilidade e acelera a velocidade de resolução para usuários finais.
Anunciado pela primeira vez há um ano, o Project Titan
tem por objetivo aumentar e proteger a capacidade da infra-estrutura
de Internet da VeriSign. As projeções financeiras atuais da VeriSign
incluem os custos associados ao Project Titan. Outras informações podem
ser obtidas em www.verisign.com/titan
Sobre a VeriSign
A VeriSign, Inc. (Nasdaq: VRSN) oferece serviços de infra-estrutura
de Internet que viabilizam e protegem bilhões de interações diárias através
de redes globais de voz e dados. Mais notícias e informações sobre a
empresa estão disponíveis no Web site www.verisign.com.br
Trademarks
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são marcas registradas ou não registradas da VeriSign e de suas subsidiárias
nos Estados Unidos e em países estrangeiros.
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o significado do Parágrafo 27A do Securities Act de 1933 e Parágrafo
21E do Securities Exchange Act de 1934. Estas declarações envolvem riscos
e incertezas que podem fazer os resultados reais da VeriSign diferir
materialmente dos declarados ou implícitos em tais projeções. Estes
riscos e incertezas em potencial incluem, entre outros, incerteza quanto
a faturamento e lucros futuros e possíveis flutuações nos resultados
operacionais do trimestre devido a fatores como incapacidade de a VeriSign
desenvolver e comercializar novos produtos e serviços com êxito e aceitação
de quaisquer produtos ou serviços novos pelos clientes, incluindo [inserir
novo produto ou serviço] da VeriSign; possibilidade de que novos serviços
anunciados pela VeriSign não resultem em clientes, lucros ou receitas
adicionais; e maior pressão da concorrência e de preços. Mais informações
sobre os fatores que poderiam influenciar os negócios e os resultados
financeiros da VeriSign encontram-se nos registros da companhia junto
à Comissão de Valores Mobiliários e Câmbio (Securities and Exchange
Commission – SEC) dos Estados Unidos, incluindo o Relatório Anual da
companhia no Formulário 10-K para o ano fiscal encerrado em 31 de dezembro
de 2007 e relatórios trimestrais no Formulário 10-Q. A VeriSign está
isenta de qualquer obrigação de atualizar estas projeções após a data
de divulgação deste press release.
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